É comum o contribuinte não se preocupar em recolher informações sobre sua movimentação financeira. Entretanto, os comprovantes devem ser guardados por todo o exercício financeiro.
Desconsiderar a declaração fornecida pelos bancos (sobre a movimentação financeira) à Receita, a cada seis meses.
Não declarar algumas transações, acreditando que com o fim da CPMF o governo não tem como rastrear.
A omissão das transações executadas por profissionais liberais. O ideal é informar qualquer valor pago ou recebido e guardar os comprovantes.
Duvidar da precisão na apuração dos dados por parte da Receita Federal.
Calcular sem observar as novas alíquotas (7,5% 15% 22,5% e 27,5%) em validade para o IR 2009.
Deixar para ultima hora. O certo é declarar com antecedência e calma para evitar pequenos enganos e cair na malha fina. O prejuízo é todo do contribuinte.